Escrita como escuta
O que o cotidiano diz do inconsciente
Textos que atravessam cenas do dia a dia pela lente psicanalítica. O corpo-linguagem, o engarrafamento, o silêncio do filho do analisante. Não explico a teoria — mostro onde ela vive.
Escrita
A literatura é anterior à psicanálise. Os textos publicados aqui e no Instagram nascem desse lugar — onde Freud e Clarice se sentam à mesma escrivaninha.
O que o cotidiano diz do inconsciente
Textos que atravessam cenas do dia a dia pela lente psicanalítica. O corpo-linguagem, o engarrafamento, o silêncio do filho do analisante. Não explico a teoria — mostro onde ela vive.
Corpo, desejo, mãe, filha, trabalho
O feminino como questão — nunca como resposta. A partir de Lacan ('a mulher não existe'), abro o que as terapias expressas fecham: a complexidade irredutível do sujeito.
Cinema, literatura, música como superfície de análise
O que Almodóvar diz sobre o gozo. O que Clarice ensina que o DSM não sabe. A psicanálise encontra a arte sem perder o rigor — e aí acontece o que o digital raramente oferece: beleza com substância.
Onde encontrar
"Acredito que alguns textos chegam onde a fala ainda não alcançou."
@isabellacastroconta